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sexta-feira, maio 08, 2009

TÉNIS
Estoril Open: Ruiu o sonho

» Portugueses não correponderam às expectativas


Foto Bolamarela.com

Não deixa de ser curioso que, numa altura em que o ténis e os tenistas portugueses andam na berlinda, tenhamos assistido a uma verdadeira "catástrofe" neste Estoril Open'09.

Após o término da 4ª jornada, nenhum tenista luso continua em prova. E este indicador não é o mais grave. O mais grave é que apenas Neuza Silva logrou passar uma ronda...do quadro de pares femininos. Manifestamente pouco para as expectativas criadas e para o reconhecido bom momento que atravessa o ténis português.

A derrota de Neuza nem é nada grave, atendendo a que ocorreu diante das norte-americanas Raquel Kops-Jones e Abigail Spears, grandes especialistas da variante e quarto-finalistas no último US Open. Os parciais de 7-5, 1-6 e 10-4 atestam a boa réplica dada pela dupla luso-romena (Alexandra Dulgheru foi a parceira da portuguesa), que até venceu mais 10 pontos que a dupla americana.

E também não pode dizer-se que a queda de Frederico Gil face a James Blake tenha sido inesperada. Gil esteve irrepreensível durante quase dois sets, vencendo o primeiro por 7-5 e chegando aos 4-4 0-30 no serviço de Blake no segundo, mas o norte-americano aguentou firme e aproveitou depois a única oportunidade que o português lhe concedeu até então. Ficou muito, muito perto. Foi a primeira vez que Gil perdeu na eliminatória inaugural do Estoril Open e foi também a primeira vez que perdeu a abrir num torneio da temporada de 2009, mas o melhor tenista nacional só poderá estar orgulhoso da sua prestação em court. Ele e nós...Gil está a crescer.

O próprio Blake o reconheceu: "onde andava este Gil? Tornou-se num jogador muito bom e a continuar assim subirá ainda mais e começará a criar muitas dificuldades aos melhores tenistas do circuito". Fala quem sabe.

Mais grave, sim, foi ver João Sousa e Pedro Sousa encaixarem um duplo 6-0 no seu embate com os checos Leos Friedl e David Skoch, terceiros cabeças-de-série. O público não perdoou e o espectáculo ficou feio. Triste de se ver.

De resto, o torneio sofreu algumas baixas importantes, quer a nível masculino, quer a nível feminino, mas ainda assim continua com um leque de jogadores bem mais forte que os dos torneios "concorrentes" de Munique e Belgrado.

No plano masculino, David Ferrer e Juan Monaco foram as duas principais baixas, mas nomes como Gilles Simon, Nikolay Davydenko e James Blake deixam antever uma recta final emocionante.

Já no feminino, as duas tenistas reconhecidamente mais belas das que estavam em prova, Maria Kirilenko e Sorana Cirstea, caíram nos "quartos", diante de Ekaterina Makarova e Yanina Wickmayer. Com justiça, diga-se. Kirilenko continua a exibir aquele ténis bonito e variado que encantou muita gente aqui no Jamor, mas mostra-se muito vulnerável contra adversárias mais possantes. Cirstea parece ter armas para subir mais alto do que a russa, mas está ainda algo verde no plano táctico. Sobraram, assim, Anna-Lena Groenefeld, Shahar Peer e as já citadas Yanina Wickmayer e Ekaterina Makarova.

Hoje, num dia bem mais fresco que os quatro tórridos anteriores, jogar-se-ão as meias-finais femininas e os quartos-de-final masculinos.

Artigo de Carlos Morais
Publicado às 11:00


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