LIGA PORTUGUESA
V.Setúbal bate Belenenses
» Sadinos isolam-se no terceiro lugar
V.Setúbal 1-0 Belenenses
(Auri, 47')
Não há dinheiro que pague o brio dos profissionais do V.Setúbal. A equipa de Norton de Matos somou esta noite, frente ao Belenenses, a sua quinta vitória consecutiva e isolou-se no terceiro lugar da Liga Betandwin.com, a apenas um ponto do Nacional e a dois do líder FC Porto. Aliado a tudo isto, os sadinos permanecem como a melhor defesa da Europa e não sofrem golos desde o dia 23 de Outubro - há praticamente 600 minutos, contabilizando todos os jogos.
A primeira parte foi muito, mas mesmo muito mal jogada e resume-se facilmente em poucas linhas. Ambas as equipas apresentaram um futebol muito desconexo e houve apenas duas oportunidades: na primeira, aos dez minutos, Meyong obrigou Moretto a aplicar-se para evitar que o camaronês marcasse no seu regresso ao Bonfim; na segunda, um quarto-de-hora depois, Fábio Hempel chegou atrasado a um cruzamento muito bom de Tchomogo.
Os segundos quarenta e cinco minutos começaram com o único golo do encontro. Logo aos 47', na sequência de um canto cobrado por Tchomogo, Adalto desviou ao primeiro poste e Auri repetiu o feito de há duas semanas frente ao Rio Ave, marcando, de cabeça, pela segunda vez na Liga - o belenense Marco Aurélio pareceu mal batido.
Inexplicavelmente, apesar de se encontrar em desvantagem, a turma de José Couceiro raramente criou perigo junto da baliza do brasileiro Moretto. Os sadinos foram até quem esteve mais perto de dilatar o placard, mas o auxiliar de Paulo Baptista invalidou (mal) um lance perigoso em que Fábio viria a marcar.
A coisa mais parecida com uma ocasião de golo que os forasteiros tiveram acabou por ter origem numa excelente abertura de Meyong para Hassan Ahamada. Todavia, o extremo francês não conseguiu desfeitear Moretto, nem teve (ou não quis ter) ratice suficiente para arrancar uma grande penalidade - como tantos outros fazem. O Belenenses podia ter lucrado com esse lance, mas a opção de Ahamada merece da minha parte um sincero aplauso.
O Vitória de Setúbal tem agora 29 pontos amealhados e, apesar de ainda ter mais de dois meses de ordenados em atraso, está bem perto de garantir a permanência no escalão maior. O Belenenses, por seu turno, continua com os mesmos 14 pontos e à beira da linha d'água.

(Auri, 47')
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A primeira parte foi muito, mas mesmo muito mal jogada e resume-se facilmente em poucas linhas. Ambas as equipas apresentaram um futebol muito desconexo e houve apenas duas oportunidades: na primeira, aos dez minutos, Meyong obrigou Moretto a aplicar-se para evitar que o camaronês marcasse no seu regresso ao Bonfim; na segunda, um quarto-de-hora depois, Fábio Hempel chegou atrasado a um cruzamento muito bom de Tchomogo.
Os segundos quarenta e cinco minutos começaram com o único golo do encontro. Logo aos 47', na sequência de um canto cobrado por Tchomogo, Adalto desviou ao primeiro poste e Auri repetiu o feito de há duas semanas frente ao Rio Ave, marcando, de cabeça, pela segunda vez na Liga - o belenense Marco Aurélio pareceu mal batido.
Inexplicavelmente, apesar de se encontrar em desvantagem, a turma de José Couceiro raramente criou perigo junto da baliza do brasileiro Moretto. Os sadinos foram até quem esteve mais perto de dilatar o placard, mas o auxiliar de Paulo Baptista invalidou (mal) um lance perigoso em que Fábio viria a marcar.
A coisa mais parecida com uma ocasião de golo que os forasteiros tiveram acabou por ter origem numa excelente abertura de Meyong para Hassan Ahamada. Todavia, o extremo francês não conseguiu desfeitear Moretto, nem teve (ou não quis ter) ratice suficiente para arrancar uma grande penalidade - como tantos outros fazem. O Belenenses podia ter lucrado com esse lance, mas a opção de Ahamada merece da minha parte um sincero aplauso.
O Vitória de Setúbal tem agora 29 pontos amealhados e, apesar de ainda ter mais de dois meses de ordenados em atraso, está bem perto de garantir a permanência no escalão maior. O Belenenses, por seu turno, continua com os mesmos 14 pontos e à beira da linha d'água.