EURO'2008
Quartos-de-Final: Espanha nas meias
» Roja acaba com a maldição dos penáltis e afasta Itália

Foto ASSOCIATED PRESS
+ Foi a Espanha quem salvou a honra dos vencedores de grupo da primeira fase. A selecção de Aragonés ultrapassou a campeã mundial Itália, nas grande penalidades, e confirmou a passagem às meias-finais do Euro'2008. Mais de duas décadas depois, os espanhóis voltam a ser semi-finalistas de uma grande competição. À boleia, acabaram com a 'maldição' do 22 de Junho - ou de San Paulino - e ajustaram contas pendentes há muitas décadas com uma das suas maiores rivais, a Squadra Azzurra. No caminho para a final de Viena, reencontram-se com a Rússia.
+ Num jogo fechado desde início, houve poucas oportunidades de golo e os guarda-redes foram protagonistas. Os transalpinos sentiram as ausências de Pirlo e Gattuso, porém também não foi por aí que a Espanha quis entrar em loucuras. Ambas as equipas arriscaram pouco e são poucos os lances que ficam de duas horas de futebol. Há um penálti sobre David Villa, ainda na primeira parte, e há duas defesas decisivas de Casillas, uma negando o golo a Camoranesi e outra, já no prolongamento, ao recém-entrado Di Natale. Da Espanha, registo também para dois grandes remates de Silva e para um estoiro de Senna que Buffon ia aceitando. Quase tudo com risco calculado e sempre sem descurar os processos defensivos.
+ Nos penáltis, até ficou na retina a forma como Grosso e Camoranesi estiveram perfeitos na cobrança. Senna também marcou muito bem, tal como Santi Cazorla. Buffon defendeu o pontapé de Güiza, mas foi Casillas o herói. Adivinhou o lado em todos os remates e defendeu dois - De Rossi e Di Natale. Cesc Fàbregas, depois, encarregou-se de selar o apuramento. Nas meias, teremos a fúria espanhola, sedenta de regressar aos grandes feitos, contra a irreverência dos russos, que querem continuar a fazer história. Esqueçam o 4-1 da primeira ronda do Grupo D. Quinta-feira, o jogo do Prater vai ser completamente diferente.
» EURO'2008
Quartos-de-Final | (resultados)

Foto ASSOCIATED PRESS

+ Num jogo fechado desde início, houve poucas oportunidades de golo e os guarda-redes foram protagonistas. Os transalpinos sentiram as ausências de Pirlo e Gattuso, porém também não foi por aí que a Espanha quis entrar em loucuras. Ambas as equipas arriscaram pouco e são poucos os lances que ficam de duas horas de futebol. Há um penálti sobre David Villa, ainda na primeira parte, e há duas defesas decisivas de Casillas, uma negando o golo a Camoranesi e outra, já no prolongamento, ao recém-entrado Di Natale. Da Espanha, registo também para dois grandes remates de Silva e para um estoiro de Senna que Buffon ia aceitando. Quase tudo com risco calculado e sempre sem descurar os processos defensivos.
+ Nos penáltis, até ficou na retina a forma como Grosso e Camoranesi estiveram perfeitos na cobrança. Senna também marcou muito bem, tal como Santi Cazorla. Buffon defendeu o pontapé de Güiza, mas foi Casillas o herói. Adivinhou o lado em todos os remates e defendeu dois - De Rossi e Di Natale. Cesc Fàbregas, depois, encarregou-se de selar o apuramento. Nas meias, teremos a fúria espanhola, sedenta de regressar aos grandes feitos, contra a irreverência dos russos, que querem continuar a fazer história. Esqueçam o 4-1 da primeira ronda do Grupo D. Quinta-feira, o jogo do Prater vai ser completamente diferente.
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Quartos-de-Final | (resultados)
ESPANHA *0-0 Itália (a.p.) (*4-2 nas g.p.) Holanda 1-3 RÚSSIA (a.p.) (Van Nistelrooy, 86'; Pavlyuchenko, 56', Torbinski, 111', Arshavin, 116') Croácia 1-1* TURQUIA (a.p.) (1-3* nas g.p.) (Ivan Klasnic, 119'; Semih Sentürk, 120+2') Portugal 2-3 ALEMANHA (Nuno Gomes, 40', Hélder Postiga, 87'; Schweinsteiger, 22', Klose, 26', Ballack, 61') |