Tour de France - Etapa 6
» Segunda vitória consecutiva de Cavendish, Cancellara entra nos Alpes de amarelo

Foto REUTERS
+ Depois da vitória na etapa de ontem, Mark Cavendish (HTC-Columbia) confirmou hoje que o difícil mesmo era ganhar pela primeira vez. O triunfo no bolso funcionou como uma autêntica injecção de confiança e o sprinter inglês somou a sua segunda vitória consecutiva na Volta a França 2010, perfazendo o total de doze no conjunto das suas três participações e igualando lendas como Mario Cipollini e Erik Zabel. Já ninguém duvida que o ciclista da ilha de Man é, tal como no ano passado, o homem a superar nos grandes sprints colectivos...
+ A sexta etapa - a mais longa da presente edição do Tour, contando 227,5 km - fez hoje a ligação entre Montargis e Gueugnon. A fuga do dia foi lançada por Sebastian Lang (Lotto), Ruben Perez Moreno (Euskaltel-Euskadi) e Mathieu Perget (Caisse d'Épargne) ainda antes de estarem cumpridos os primeiros cinco quilómetros do percurso mas, apesar das quatro contagens de montanha de quarta categoria espalhadas pelo itinerário, a probabilidade de sucesso do trio era bastante reduzida. Efectivamente, o pelotão absorveu o grupo de ciclistas em fuga ainda com dez quilómetros para a meta, garantindo as condições ideiais para mais uma chegada ao sprint. Nos metros finais do dia, Cavendish voltou a beneficiar de um excelente trabalho de Mark Renshaw para superar Tyler Farrar (Garmin) e Alessandro Petacchi (Lampre) e assim comemorar o seu segundo triunfo consecutivo no Tour.
+ Um pequeno corte no pelotão permitiu ao camisola branca e segundo classificado da geral, Geraint Thomas (Team Sky), encurtar para 20'' a sua distância em relação ao líder Fabian Cancellara (Saxo Bank). A etapa de amanhã trará as primeiras montanhas dos Alpes e, portanto, interessa fazer um ponto de situação em relação aos principais favoritos: Cadel Evans (BMC) é terceiro, a 39'' de Cancellara; Andy Schleck (Saxo Bank) ocupa o sexto lugar com 1'09'' de atraso; Alberto Contador (Astana) segue na nona posição, a 1'40''; Denis Menchov (Rabobank) e Bradley Wiggins são, respetivamente, 13º e 14º da geral, ambos com 1'49'' de perda; Roman Kreuziger (Liquigas) é o 16º classificado, a 2'24'' e com um e cinco segundos de vantagem sobre, respectivamente, Luis Léon Sanchéz (Caisse d'Épargne) e Lance Armstrong (Radioshack); e, por fim, Carlos Sastre (Cervélo) e Ivan Basso (Liquigas) estão já bastante atrasados, ocupando as 46ª e 47ª posições a quase três minutos e vinte segundos do líder. Quanto à classificação por pontos, o décimo lugar de Thor Hushovd (Cervélo) permite-lhe conservar a camisola verde mas o norueguês tem que começar a preocupar-se com Alessandro Petacchi, Robbie McEwen (Katusha) e Mark Cavendish. Já nas contas da camisola de montanha, e apesar das contagens de hoje, Jérôme Pineau continua como o dono da famosa camisola às bolinhas vermelhas.
+ Em relação aos portugueses em prova no Tour, o dia ficou marcado por um incidente que envolveu Rui Costa já depois da linha de meta. O ciclista da Caisse d'Épargne terá dado uma cotovelada a Carlos Barredo (Quick Step) a cerca de vinte quilómetros da meta e o ciclista decidiu ir tomar satisfações logo após o final da etapa, o que resultou em cenas de pancadaria. Felizmente, como a confusão se deu já com a etapa concluída, a organização limitou-se a multá-los em vez de recorrer à exclusão. Quanto aos resultados do dia, Sérgio Paulinho (Radioshack) foi o 104º classificado enquanto Rui Costa terminou na 110ª posição, com ambos a chegarem integrados no grande grupo que perdeu três segundos em relação aos principais sprinters. Ao nível da classificação geral, Rui Costa segue no 38º lugar, a 3'14'' de Cancellara, e Sérgio Paulinho subiu à 120ª posição, a 12'17''.
+ A sétima etapa da Volta a França 2010 assinala a aproximação ao Alpes, estando classificada como sendo de média montanha. O percurso de 165,5 km entre Tournus e Station des Rousses incluirá seis contagens de montanha - uma de quarta, duas de terceira e três de segunda -, com a última, de segunda categoria, a apenas quatro quilómetros da meta. Embora não seja ainda um dia de "alta montanha", esta quase chegada ao alto poderá incentivar os ciclistas mais atrasados a lançar um ataque para recuperar tempo.

Foto REUTERS
+ Depois da vitória na etapa de ontem, Mark Cavendish (HTC-Columbia) confirmou hoje que o difícil mesmo era ganhar pela primeira vez. O triunfo no bolso funcionou como uma autêntica injecção de confiança e o sprinter inglês somou a sua segunda vitória consecutiva na Volta a França 2010, perfazendo o total de doze no conjunto das suas três participações e igualando lendas como Mario Cipollini e Erik Zabel. Já ninguém duvida que o ciclista da ilha de Man é, tal como no ano passado, o homem a superar nos grandes sprints colectivos...+ A sexta etapa - a mais longa da presente edição do Tour, contando 227,5 km - fez hoje a ligação entre Montargis e Gueugnon. A fuga do dia foi lançada por Sebastian Lang (Lotto), Ruben Perez Moreno (Euskaltel-Euskadi) e Mathieu Perget (Caisse d'Épargne) ainda antes de estarem cumpridos os primeiros cinco quilómetros do percurso mas, apesar das quatro contagens de montanha de quarta categoria espalhadas pelo itinerário, a probabilidade de sucesso do trio era bastante reduzida. Efectivamente, o pelotão absorveu o grupo de ciclistas em fuga ainda com dez quilómetros para a meta, garantindo as condições ideiais para mais uma chegada ao sprint. Nos metros finais do dia, Cavendish voltou a beneficiar de um excelente trabalho de Mark Renshaw para superar Tyler Farrar (Garmin) e Alessandro Petacchi (Lampre) e assim comemorar o seu segundo triunfo consecutivo no Tour.
+ Um pequeno corte no pelotão permitiu ao camisola branca e segundo classificado da geral, Geraint Thomas (Team Sky), encurtar para 20'' a sua distância em relação ao líder Fabian Cancellara (Saxo Bank). A etapa de amanhã trará as primeiras montanhas dos Alpes e, portanto, interessa fazer um ponto de situação em relação aos principais favoritos: Cadel Evans (BMC) é terceiro, a 39'' de Cancellara; Andy Schleck (Saxo Bank) ocupa o sexto lugar com 1'09'' de atraso; Alberto Contador (Astana) segue na nona posição, a 1'40''; Denis Menchov (Rabobank) e Bradley Wiggins são, respetivamente, 13º e 14º da geral, ambos com 1'49'' de perda; Roman Kreuziger (Liquigas) é o 16º classificado, a 2'24'' e com um e cinco segundos de vantagem sobre, respectivamente, Luis Léon Sanchéz (Caisse d'Épargne) e Lance Armstrong (Radioshack); e, por fim, Carlos Sastre (Cervélo) e Ivan Basso (Liquigas) estão já bastante atrasados, ocupando as 46ª e 47ª posições a quase três minutos e vinte segundos do líder. Quanto à classificação por pontos, o décimo lugar de Thor Hushovd (Cervélo) permite-lhe conservar a camisola verde mas o norueguês tem que começar a preocupar-se com Alessandro Petacchi, Robbie McEwen (Katusha) e Mark Cavendish. Já nas contas da camisola de montanha, e apesar das contagens de hoje, Jérôme Pineau continua como o dono da famosa camisola às bolinhas vermelhas.
+ Em relação aos portugueses em prova no Tour, o dia ficou marcado por um incidente que envolveu Rui Costa já depois da linha de meta. O ciclista da Caisse d'Épargne terá dado uma cotovelada a Carlos Barredo (Quick Step) a cerca de vinte quilómetros da meta e o ciclista decidiu ir tomar satisfações logo após o final da etapa, o que resultou em cenas de pancadaria. Felizmente, como a confusão se deu já com a etapa concluída, a organização limitou-se a multá-los em vez de recorrer à exclusão. Quanto aos resultados do dia, Sérgio Paulinho (Radioshack) foi o 104º classificado enquanto Rui Costa terminou na 110ª posição, com ambos a chegarem integrados no grande grupo que perdeu três segundos em relação aos principais sprinters. Ao nível da classificação geral, Rui Costa segue no 38º lugar, a 3'14'' de Cancellara, e Sérgio Paulinho subiu à 120ª posição, a 12'17''.
+ A sétima etapa da Volta a França 2010 assinala a aproximação ao Alpes, estando classificada como sendo de média montanha. O percurso de 165,5 km entre Tournus e Station des Rousses incluirá seis contagens de montanha - uma de quarta, duas de terceira e três de segunda -, com a última, de segunda categoria, a apenas quatro quilómetros da meta. Embora não seja ainda um dia de "alta montanha", esta quase chegada ao alto poderá incentivar os ciclistas mais atrasados a lançar um ataque para recuperar tempo.

















